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Maracatu de Baque ViradoUm ritmo de Pernambuco

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Vivendo & BatucandoVem batucar conosco!

O Professor

Etéocles MonteiroO pernambucano Etéocles Monteiro, mais conhecido como Téo, é designer gráfico formado pela UFPE e apaixonado pela cultura popular. Em 2001, no Recife, iniciou seus estudos na oficina Corpos Percussivos. Criada por Jorge Martins, ex-percussionista da banda Cascabulho, esta oficina já foi ministrada em alguns países (EUA, Suécia, Alemanha, França, Suíça e Dinamarca), em várias cidades brasileiras e atualmente em algumas instituições educacionais do Recife.

Além do Corpos Percussivos, Téo é membro na bateria do Maracatu Leão Coroado (Nação de Maracatu mais antiga em atividade, em Pernambuco, fundada em dezembro de 1863).

Experiências

Atualmente a oficina percussiva Vivendo & Batucando é ministrada na Associação Vivendo e Aprendendo. Em parceira, a escola cede seu espaço e em contrapartida alguns educadores recebem uma capacitação gratuita, com o objetivo de torná-los multiplicadores do conhecimento musical.

Em janeiro de 2014 desenvolveu algumas aulas para crianças a partir dos quatro anos na colônia de férias da Oficina de Arte - 104 Norte.

De setembro de 2012 a agosto de 2014 ministrou, como voluntário, um trabalho percussivo com crianças da Escola Parque - 303/304 Norte.

Entre 2009 e 2010, em São Sebastião, ministrou a oficina no projeto Filosofança com jovens que tem a dança e a filosofia como canal de conhecimento e autoafirmação.

Em 2008 deu algumas aulas com os ritmos pernambucanos no projeto Surdodum. A instituição trabalha com jovens surdos e tem na percussão uma bela forma de expressão.

Em 2006/2007 mudou-se para Brasília, mas não perdeu a oportunidade de trabalhar com percussão. Neste período encontrou o grupo Lua de Luanda, de Taguatinga, e como parceiro ensinou diversos baques. Junto com este grupo fez algumas apresentações na cidade.

Entre 2001 e 2006, foi aluno, monitor e por fim professor do grupo Corpos Percussivos. Esta instituição realizava também um projeto social chamado Tambores do Pilar que trabalhava com jovens carentes da periferia recifense. Em 2008, o projeto Tambores do Pilar tornou-se uma ONG e um Ponto de Cultura do Governo Federal.

Método Percussivo-Corporal

Diversas manifestações artísticas são utilizadas como ferramentas de aprendizagem. A música tem um papel vital na concepção de mundo, proporciona o entendimento do outro pela percepção dos sons, estimula a criatividade, a socialização e a produção de novas expressões culturais.

Usando o ritmo do Maracatu de Baque Virado como fio condutor, o método Percussivo-Corporal utiliza nosso corpo como canal de aprendizagem. Primeiro usamos nosso próprio corpo como instrumento e depois transferimos ludicamente este conhecimento para os instrumentos. Partindo do pressuposto de que o dom da percussão é inato a qualquer pessoa, o método Percussivo-Corporal permite essa vivência até àqueles que não possuem qualquer experiência com percussão.

Oficina semanal

Os encontros são semanais às quintas-feiras das 19:00 às 20:30.

As vagas são limitadas. A turma tem no máximo 15 alunos, com idade a partir dos 14 anos.

Possuímos uma boa estrutura de instrumentos (tambores, caixas, agbês e agogôs).

Os instrumentos são usados em rodízio, ou seja, nossos alunos aprenderão a tocar todos.

NOVA TURMA 2017- as aulas começam no dia 19 de janeiro 2017.

Investimento mensal= R$ 110,00.

A sonoridade do ritmo é emocionante, mas faz parte da oficina falar sobre o Maracatu. Serão breves abordagens históricas, vivências na comunidade, importância da manifestação para a cultura afrodescendente, sua religiosidade, afinação dos instrumentos etc.

Oficina nas instituições

A ideia é fazer apenas um encontro, com duração de duas horas, dentro das empresas privadas, orgãos públicos, ongs etc.

A oficina pode ser realizada em horários flexíveis, como no horário de almoço ou final de expediente.

O foco é descontrair, tirar stress do dia a dia e animar os colaboradores, fazendo algo inusitado como tocar um instrumento percussivo dentro do ambiente de trabalho.

A empresa não se preocupa com nada, apenas cede um espaço para o encontro.

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Onde a oficina já foi desenvolvida

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Mande e-mail para: vivendoebatucando@gmail.com ou [61] 99297.3286 (WhatsApp)

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História do Maracatu

Maracatu de Baque ViradoComo na maioria das manifestações populares brasileiras, o Maracatu de Baque Virado ou Maracatu Nação é uma manifestação que mistura elementos das culturas indígena, africana e europeia. No entanto, como sua origem e história são incertos, alguns autores relatam que os Maracatus nasceram em terreiros de candomblé, quando os escravos reconstituíam a coroação do reis do Congo. Após a abolição da escravatura em 1888, este ritual ganhou as ruas, tornando-se um brincante tradicional no carnaval de Pernambuco.

A apresentação de Maracatu é chamada de "Cortejo", no qual a representação da Corte Real dança e canta no ritmo de uma bateria percussiva. Nesta corte há diversos personagens, tais como: Porta-estandarte, Damas de Paço (levam a boneca Calunga - personagem importantíssimo na força e proteção do Maracatu), Duque e Duquesa, Príncipe e Princesa, Embaixador e Embaixatriz, Rei e Rainha que são protegidos pelo Pálio Imperial (grande sombrinha levada por um escravo), Lanceiros, Baianas e Escravos. Em média, os cortejos possuem de 60 a 90 componentes, mas dependendo da Nação, podem chegar ou passar dos 150 integrantes.

A bateria percussiva é composta por alfaias, caixas, taróis, agbês, ganzás, agogôs e gonguês. Há um Mestre que chama as loas (pequenas canções) e a corte responde cantando e dançando. O Mestre, com seu apito, faz a bateria iniciar ou parar o baque, e cada Maracatu toca um ou mais baques peculiares, ou seja, cada grupo tem o seu "sotaque".

IMPORTANTE: este texto é uma pequena introdução, há muito mais informações em livros, e pesquisas. Aos que querem se aprofundar, sugerimos pesquisar a vasta literatura disponível. No link é possível encontrar algumas referências bibliográficas: clique aqui.

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A Vivendo e Aprendendo está localizada na 604 Norte (atrás do Clube da Vizinhança).

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